A ausência é mataria-prima dos escritores e poetas em geral. Escrevemos porque algo nos falta, está ausente! Procuramos algumas palavras como quem busca num livro de feitiços palavras mágicas que possam trazer-nos o objeto de desejo, o algo ou alguém que nos falta.
Se falta-nos a paz, censuramos a guerra; se estamos pobres, vociferamos contra a desigualdade social; estando exilados numa terra distante, versamos saudosamente sobre as maravilhas de nosso chão, nossa terra abandonada.
O que me falta agora é minha querida, que está distante! E meus versos são ecos de um canto solitário. Lamento! Indignação diante do tormento do desejo: a espera!
Quero vê-la, tê-la em meus braços e poder sentir e olhar cuidadosamente cada detalhe seu que mais me agrada. Havendo sua ausência, tento elaborar retratos, pinto quadros com imagens feitas de palavras, imagens que buscam refletir sua indelével beleza.
Tudo por causa da ausência, matéria-prima...
Se falta-nos a paz, censuramos a guerra; se estamos pobres, vociferamos contra a desigualdade social; estando exilados numa terra distante, versamos saudosamente sobre as maravilhas de nosso chão, nossa terra abandonada.
O que me falta agora é minha querida, que está distante! E meus versos são ecos de um canto solitário. Lamento! Indignação diante do tormento do desejo: a espera!
Quero vê-la, tê-la em meus braços e poder sentir e olhar cuidadosamente cada detalhe seu que mais me agrada. Havendo sua ausência, tento elaborar retratos, pinto quadros com imagens feitas de palavras, imagens que buscam refletir sua indelével beleza.
Tudo por causa da ausência, matéria-prima...
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