Minha alma é inconstante,
Tão inconstante quanto maré em noites revoltas.
Desejos vêm e vão...
Ora quero,
Ora não quero...
Ora acredito,
Ora duvido...
Sorriso e choro são companheiros
Permanentes da minh’alma.
Ainda assim estou de pé.
Não pensem vocês, meus amigos, que sou alguém
De quem se deve ter pena, não!
Isso não!
Sou uma alguém como todos os alguéns que estão por ai.
Gosto de cozido de frango caipira, arroz e feijão, e salada de alface,
tudo junto.
Ah... pimenta também, de preferência cumbari!
Dessas verdinhas que meu pai cultiva aqui na horta de casa.
Quer saber?...
já não tenho mais vontade de terminar este poema!
Paro por aqui.
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