E disse-me: Filho do homem, dá de comer ao teu ventre, e enche as tuas entranhas deste pergaminho que eu te dou. Então o comi, e era na minha boca doce como o mel.
Ezequiel 3.3
Oh! quão doces são as teus poemas (Senhor!) ao meu paladar, mais doces do que o mel à minha boca.
Salmo 119.103
Nem só de Pão viverá o homem, mas deverá se deliciar também de todo poema que sai da boca de Deus.
Mateus 4.4
Eu sonho com um poema
Cujas palavras sumarentas escorram
Como polpa de um fruto maduro em tua boca,
Um poema que te mate de amor
Antes mesmo que tu lhe saibas o misterioso sentido:
Basta provares o seu gosto...
Mário Quintana
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