Expressão
Às vezes sai triste a poesia,
Como choro em silêncio de criança castigada.
E os versos já não têm a cor da alegria
E o ritmo se torna lúgubre;
O poeta se expressa, faz-se pintura mal-acabada todos os dias.
Mistura-se seu pranto ao lamento rouco de tantos e tantos aflitos.
Tudo lhe fere!
Frágil,
Empático,
Recebeu a sina dos profetas.
O pedinte faminto,
A criança pobre,
As mulheres sujas, raladas da vida.
Tudo é lança em seu peito!
Belo é o mundo,
frondosas as árvores,
viçoso o relvado que entapeta o chão...
Mas o poeta é triste, e não há o que lhe faça sorrir.
Como choro em silêncio de criança castigada.
E os versos já não têm a cor da alegria
E o ritmo se torna lúgubre;
O poeta se expressa, faz-se pintura mal-acabada todos os dias.
Mistura-se seu pranto ao lamento rouco de tantos e tantos aflitos.
Tudo lhe fere!
Frágil,
Empático,
Recebeu a sina dos profetas.
O pedinte faminto,
A criança pobre,
As mulheres sujas, raladas da vida.
Tudo é lança em seu peito!
Belo é o mundo,
frondosas as árvores,
viçoso o relvado que entapeta o chão...
Mas o poeta é triste, e não há o que lhe faça sorrir.
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