
Ataques ao sul,
69 soldados feridos,
Dor, choro e ódio...
Até quando, ó Eterno?...
Até quando?...
Teus filhos e filhas, ó povo sofrido, eu os vejo chorar.
Teus maridos, tuas mulheres, pais e mães ansiosos, temendo o pior,
Eu os vejo em prantos, desesperados, sem deixar de lado a esperança de dia melhores!
Tristeza em tempo de festa, mísseis em meio a clamores por um novo ano de paz...
Hebreus, pobres-ricos hebreus, meu coração se achega a vós,
Minh’alma pranteia convosco...
Minhas lágrimas escorrem involuntariamente, ó Israel pós-moderno!
Não esquecestes as vossas tradições: peixe fresco, maçãs, mel, doces à vontade – sinal do desejo de uma vida adocicada pela segurança e paz.
Eu espero tua paz, sim, eu que nada tenho contigo.
Mulher abatida, espero teu riso, espero tua alegria, desejo teu descanso!
A minh’alma chora diante da TV, o documentário que mostra tua dor...
Os teus inimigos, primos-irmãos, guerreiros como tu és, por que sempre em pé de guerra?
Ó Eterno, não te esqueças desta terra, desta gente, das pobres criancinhas nascendo e se criando em meio a tiros e bombardeios...
Povo marcado, Feliz Ano Novo, a ti desejo a paz e a benção dos céus.
Shalom uvrahot!
Logo se ouvirá o Shofar...
Logo se iniciarão as celebrações...
Logo haverá preces e declarações esperançosas...
Esperança!
Esperança!
Shana Tova! Um bom Ano Novo!
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