25.7.07

Terno paraíso











Quero ir para Noronha.
Não, não quero passear.
Quero lá morar.
Se assim fosse, acordaria às 5 da manhã,
Pescaria até às 10 da alvorada e depois deitar-me-ia numa rede preguiçosa;
Com um livro à mão,
Peixe frito e suco de limão,
Passaria o resto do dia vagabundeando.
Viveria em uma choupana e
Não levaria meu computador.
Escreveria cartas a próprio punho
E não me importaria com a morosidade da vida isolada,
Deixaria de lado os vícios da vida urbana.
Meus encontros seriam com o mar, o Sol, a Lua
E com o Dono deles.
Todo paraíso tem um pedacinho da eternidade,
Por isso mesmo desejamos lugares ternos e admiráveis
Que possuam beleza eterna, inigualável.
Nunca fui à Noronha, mas sei que é lindo.
Quem sabe um dia...
Se for, irei preparado, pois pode ser que não queira mesmo voltar...

Um comentário:

Anônimo disse...

parabens!!!

um poema criativo e que descreve a vontade de muitos...

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