Ouvi isto em um filme: “A alegria de hoje é a dor do amanhã.”.
Sim, estavam certos...
Pois, se ontem eu me alegrava em ver minha doce cachorrinha
A brincar pelos corredores da casa; hoje meu coração chora pela ausência.
É, é a vida, dizemos sempre...
Uma sucessão constante de presentes recebidos e perdas ocorridas.
Desejos e ausências...
Saudades!
Também estava certo C.S. Lewis
Quando falou que, caso não quiséssemos sofrer,
Não deveríamos nos apegar a nada, por menor que fosse.
Agora, pois, eis me aqui, sem sono...
E com uma sensação de que grande idiotice é isto que faço agora.
Que sentido há em transcrever sentimentos para o papel?
E, pior, permitir que outrora alheios venham a conhecê-los?
Necessidade? Vício? Não sei...
Vício, certamente não é. Pois não é sempre assim que ocorre.
De fato, não é sempre que desejo transcrever meus lamentos...
Mas às vezes sim... acontece!
Voltando à dor. Ei-la ai! Solta...
Solta como vento forte que surpreende de repente.
Assim, que dizer, além de que devemos prosseguir, continuar a caminhar?
Que dizer, além de que, ainda assim, vale a pena desejar, querer, amar?...
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